O mundo acabou.
Sobreviver foi só o começo.

Quando criaturas monstruosas invadem à Terra, a humanidade respondeu com o lançamento de ogivas. Mas a tentativa de conter a ameaça deixou o planeta devastado.

Quase uma década depois, o mundo que conhecemos já não existe.

Em meio às ruínas, Pilar, uma ex-policial, luta diariamente para sobreviver, enfrentando criaturas alienígenas e pessoas que perderam a sanidade.

Mas, enquanto tenta escapar dos perigos que a cercam, Pilar enfrenta uma batalha ainda mais difícil: encontrar um motivo para continuar vivendo.

Em um mundo onde tudo parece perdido, ainda existe espaço para a esperança?

Descubra curiosidades sobre o filme

Ogiva: O Mundo Não é Mais Nosso foi destaque na Horror Expo 2026, evento dedicado ao universo do terror, e também marcará presença na CCXP 2026, um dos maiores eventos de cultura pop do mundo. A participação reforça a presença da produção brasileira nos espaços dedicados ao cinema fantástico, à ficção científica e ao entretenimento.

O filme é inspirado na graphic novel brasileira Ogiva, escrita por Bruno Zago, ilustrada por Guilherme Petreca e publicada pela editora Pipoca & Nanquim. A adaptação leva para as telas um universo de criaturas monstruosas, destruição e sobrevivência, explorando o potencial da ficção científica nacional..

O filme foi destaque no Horror Expo 2026 e estará na CCXP 2026

Uma ficção científica brasileira que nasceu nos quadrinhos

Uma história que acontece antes dos quadrinhos

O filme não é uma reprodução direta da graphic novel. Ele funciona como um prelúdio da história original, explorando acontecimentos anteriores à narrativa dos quadrinhos. A produção aprofunda o passado de Pilar e expande o universo criado por Bruno Zago e Guilherme Petreca.

Um projeto que ganhou força com o públicos

A produção contou com o apoio de fãs por meio de financiamento coletivo, que ajudou a transformar o universo dos quadrinhos em uma obra audiovisual. O projeto reuniu a Monolito Produções e a Pipoca & Nanquim, com direção de Cadu Rosenfeld, para levar uma história brasileira de ficção científica às telas.

Um universo que vai além do filme

A produção também ganhou um livro dedicado aos seus bastidores: A Arte de Ogiva: O Mundo Não é Mais Nosso. O material apresenta artes conceituais, storyboards, fotografias de bastidores, ilustrações e depoimentos de profissionais envolvidos na adaptação.

Conheça curiosidades
sobre o filme:

Penélope Cruz atua
em italiano

Apesar de ser espanhola, a Penélope Cruz atuou grande parte do filme em italiano, trazendo ainda mais autenticidade para a personagem Clara.

O filme possui elementos autobiográficos

O diretor Emanuele Crialese já comentou que o longa foi inspirado em memórias da própria infância e em conflitos pessoais ligados à identidade e família.

A fotografia foi inspirada em memórias e filmes italianos clássicos

A direção visual lembra o cinema europeu dos anos 60 e 70, com cores quentes, luz natural e enquadramentos que parecem pinturas antigas.

O filme fala sobre identidade sem transformar isso em discurso óbvio

Ao invés de explicações diretas, a narrativa trabalha sensações, silêncios e pequenos gestos para construir a jornada de Adriana/Andrea.

Conheça o universo de Ogiva

A chegada de criaturas monstruosas desencadeou uma resposta militar que devastou o planeta.

Pilar é uma ex-policial que enfrenta os perigos de um mundo dominado pelo caos enquanto busca um novo propósito.

Criaturas alienígenas e seres humanos que perderam a sanidade transformaram a sobrevivência em uma luta constante.

Preciso da mochila de ursinho da Pilar!
Fiquei sinceramente impressionado não só com a riqueza de detalhes deste mundo, mas também com a qualidade da produção deste filme. O design das criaturas é ousado e bem executado, utilizando uma combinação de CGI e efeitos práticos.

Avaliação por Rio via letterboxd

Ogiva: O Mundo Não é Mais Nosso mostra a potência do cinema independente.
Entrei nesse mundo sem saber nada da história, mas me surpreendi logo de cara, principalmente após a apresentação da esteticamente marcante (por conta do ursão rosa) e muito relacionável Pilar, de quem pouco sabemos, mas já passamos a torcer imediatamente.


Crítica por portalfreaks

Toda a caracterização é bem boa.
Apesar do filme revelar poucos elementos do seu universo, ele impõe uma identidade interessante em relação ao que mostra. É um tipo de filme brasileiro que eu gostaria de ver mais!

Avaliação por Arthur Tuoto via letterboxd

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